Editorial

Marcos Emanoel Pereira

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Dossiê “Suicídio: conhecendo o fenômeno, desmistificando o tabu”

Apresentação do volume I do dossiê “Suicídio: conhecendo o fenômeno, desmistificando o tabu”

Avimar Ferreira Junior & Karina Okajima Fukumitsu

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Suicídio: Uma análise da produção científica brasileira de 2004 a 2013

Karina Okajima Fukumitsu, Attilio Provedel, Maria Julia Kovács & Ana Catarina Tavares Loureiro

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O comportamento suicida no Brasil e no mundo

Avimar Ferreira Junior

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O suicídio, interditos, tabus e consequências nas estratégias de prevenção

Fernanda Cristina Marquetti, Karina Tiemi Kawauchi & Cristiane Pleffkens

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O Suicídio no contexto psiquiátrico

Chei Tung Teng & Mariana Bonini Pampanelli

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Suicídio à Luz do Caso de Ellen West: uma compreensão a partir da Daseinsanalyse psiquiátrica

Karina Okajima Fukumitsu, Cyntia Helena Ravena Pinheiro & Joana Ingrid Solomon

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Condutas autolesivas: uma leitura pela Teoria do Apego

Gláucia Mitsuko Ataka da Rocha

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Suicídio assistido e morte com dignidade: Conflitos éticos

Maria Julia Kovács

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Artigos

Identidade social baiana: ser baiano na concepção de universitários

Elza Maria Techio, Poliana Neres Costa, Talita de Almeida Moreira & Nubia da Hora

ResumoResumo: Fundamentados na teoria da identidade social, analisamos a concepção que estudantes universitários baianos têm acerca do que é ser baiano e qual o nível de identificação com a Bahia. A análise das informações permitiu constatar um forte sentimento de identificação com o estado da Bahia, processo que auxilia o entendimento das práticas sociais configuradas na representação e imaginário social. Ganha destaque a representação de que ser baiano é uma questão de origem, de pertencimento e de identidade territorial sujeita ao lugar de nascimento, bem como a existência de estereótipos socialmente compartilhados de que o baiano é um povo sociável, alegre, festeiro, respeitador da diversidade racial e cultural, além de ser trabalhador e capaz de enfrentar as dificuldades. Os resultados evidenciam uma representação positiva do baiano, demarcada por características sociais positivas que valorizam sua cultura e o diferencia de outros grupos regionais.
Palavras-chave: identidade social, identidade territorial, baianidade.
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Institucionalização Precoce e controle subjetivo na infância: cartografias de uma problemática contemporânea

Vivian de Jesus Correia e Silva & Elizabeth Maria Freire de Araújo Lima

ResumoResumo: O presente artigo tem como objetivo apresentar parte dos resultados da pesquisa de mestrado Institucionalização Precoce e o controle subjetivo na infância, que por meio de um estudo bibliográfico cartografou as relações entre a institucionalização de crianças em estabelecimentos educacionais e a produção da subjetividade contemporânea. Abordamos a questão da institucionalização precoce privilegiando seus efeitos éticos em termos de produção de subjetividade, sob o prisma do processo de transição da sociedade disciplinar para a sociedade de controle, considerando os desdobramentos subjetivos promovidos pelo sistema capitalista no atual contexto biopolítico, a partir das perspectivas teóricas de Foucault, Deleuze e Guattari.
Palavras-chave: institucionalização precoce, educação infantil, biopolítica, subjetividade.
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Paternidade: um estudo psicanalítico sobre pesquisas desenvolvidas no contexto brasileiro

Juliana Prado & Jorge Abrão

ResumoResumo: O presente estudo visa, através da Historiografia da Psicanálise e da metodologia “Estado da Arte”, uma investigação de caráter histórico relativa à produção de artigos psicanalíticos surgidos nas três últimas décadas, tendo como tema principal a paternidade no Brasil. Identificaram-se nos dezoito artigos analisados, algumas linhas de regularidade que permitem afirmar que a paternidade e o papel do pai se configuram hoje como o intercâmbio entre as funções materna e paterna, moldando pais cada vez mais próximos e nutridores. O pai continua sendo o responsável por seu papel simbólico de interditar a relação incestuosa mãe-filho e inserir o indivíduo na cultura e sociedade.
Palavras-chave: artigos, paternidade, psicanálise.
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Psicose e o atendimento do CAPS

Larissa Horácio Barbosa & Isalena Santos Carvalho

ResumoResumo: Pautado em construções teóricas de Freud e de Lacan sobre a clínica das psicoses e desenvolvido através de roteiro semiestruturado de entrevista e de observação participante, este trabalho visou discutir concepções de um usuário, de um familiar e de profissionais sobre o atendimento do CAPS ao sujeito psicótico. Observou-se certa carência de sustentação teórico-prática de alguns profissionais quanto à psicose e à política pública atual de Saúde Mental, além da dificuldade em desenvolver um cotidiano rico de relações e uma atuação que de fato os integre enquanto equipe. É necessário um atendimento que favoreça uma escuta às questões estruturais da psicose e às especificidades de cada caso. Isso requer a construção de um trabalho pela equipe que possibilite aos usuários endereçar suas questões e conferir valor às ações ali realizadas.
Palavras-chave: CAPS, psicose, equipe multiprofissional.
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